São confusos e desorganizam o sistema. Entendo. Acontecem. Mas não são pacíficos. As dúvidas do que é. É ter certa uma expectativa que não se concretiza? É não lidar bem com planos mal planeados? É achar que o denominador comum nos desencontros do mundo, sou eu e apenas eu. Tudo o que muito se quer, desencontra-se de mim. Mesmo que tente contornar a realidade, as histórias, os desencontros parecem inevitáveis. Sempre. O regresso do dramatismo profundo. Que não gosto, mas é quase inevitável. Maldita lua em peixes. As dores da alma saltam quando menos se espera. Dizem, que nos faz crescer, que nos fortalece. Cada um tem de fazer a sua parte. Depois passa e as ideias reorganizam-se. A origem identifica-se, tralha que estorva o caminho. Os calcanhares de Aquiles mal arrumados. É uma tormenta que esmaga. Dói por dentro. Dói e dói a sério. Queima a agonia. O denominador comum, eu. Falha inevitavelmente porque sou eu. Não mereço mais do que isto. Os outros veem isso....
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