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A mostrar mensagens com a etiqueta verdade

Incredibilidade

Não consigo evitar! Espanta-me sempre a incapacidade que as pessoas têm de não se sentirem responsáveis pelo que fazem.  Numa primeira instância, a incredibilidade instala-se e ficamos sem reação, depois passada esta fase passa a ser apenas cómico! O que se deve aprender com a vida, com a experiência, com a história pessoal de cada um é muito mais do simplesmente seguir a rotina, pelo caminho pressupõe-se que as pessoas tenham capacidade a aprender as lições que precisam e as que devem. Existem coisas básicas, que a meu ver são básicas, como: se vou semear laranjas não vou estar à espera de colher maçãs! Se sou gentil os outros serão gentis comigo, se sou educada serão educados comigo e por ai fora, é assim que as coisas se encadeiam na vida. Mesmo que numa primeira fase, o outro comece com falta de educação e desrespeito, se mantivermos a postura certa, positiva e construtiva, mais cedo ou mais tarde ou outro irá acabar por mudar de postura. Bem, também é preciso que o outr...

Antes e depois

Antes e depois de ti. Existe sempre um antes e um depois, seja do que for. A vida anterior ao tempo zero de um acontecimento ou de um encontro. Para o bem ou para o mal, as coisas nunca mais serão as mesmas. O antes que pela lógica é um depois de outra coisa qualquer, uma forma diferente do original. Tudo o que antes nos faz, é uma metamorfose, por livre e espontânea vontade ou pela lei da força.  O depois é também um processo de reorganização do corpo e da alma. São transformações complementares que ocorrem em espaços temporais divergentes e com efeitos distintos.  O meu eu antes de te conhecer, estava estruturado e orientado de acordo com um plano firme, traçado com base em experiências passadas. As ocorrências vividas encarregaram-se de me moldar, as chamadas técnicas de sobrevivência. Cada um encontra as suas. No entanto, tudo se reajusta quando aparentemente vale a pena. Vale o esforço para o meu eu, que isto aconteça quase sempre, invariavelmente. No ...

Loyalty and Orgasms

Que combinação tão improvável! Será um manifesto ou um pedido? É um dois em um. Ora vejamos. A lealdade quase que parece uma qualidade em desuso. Temo inclusive, que se tenha perdido totalmente a noção do que é. Nos dias de hoje parece um conceito abstrato, fala-se dele, algures alguém pensa que é bom, outros escrevem sobre o tema mas poucos o sentem materializado, e todos nós sabemos, que tudo o que o Homem não vê é como se não existisse! Se falta o exemplo pratico de lealdade, é como ir à lua: sabemos que existe, até a vemos, mas nunca lá fomos… e diz-se que uns quantos andaram por lá, mas também não temos garantias que aquilo tenha acontecido. No limite achamos que somos leais, mas lá está, como não sabemos o que é ou como é de facto ser-se leal, somos outra coisa qualquer ou uma lealdade de interpretação livre. Uma lealdade personalizada, que dota o proprietário de um conceito que lhe enche o peito, mas vazio de conteúdo. Aplica-se essencialmente a pessoas que se apre...

Critérios pessoais

As pessoas têm a importância que lhes quisermos dar. Por mais consciência que se tenha disto, parece quase inevitável elevar algumas em detrimento de outras, com base em pressupostos intuitivos devidamente fundamentados, pela observação empírica, pelo convívio assíduo mais ou menos regular, e por uma série de outras razões, pessoais e aceitáveis de acordo com os critérios de cada um.  É uma espécie de fé estranha ou crença no outro, como quiserem chamar, que por vezes se simplifica em ver mais do que existe ou do que o outro efectivamente tem. Basicamente é da responsabilidade de cada um, o outro nisto, pouco ou nada tem a dizer ou a opinar, aquilo que eu vejo nele, é do meu olhar e exclusivamente da minha responsabilidade, portanto a importância é uma proporção pessoal e única. A exclusividade que dou ao outro no meu próprio critério é um atributo meu e não dele, ele não pede nada, sou eu que dou, porque quero! Nestas coisas da consciência cada um faz o uso que bem enten...

Be true to yourself

De tudo o que se pode considerar verdade absoluta (as poucas) mantermo-nos fieis ao que somos, é uma delas. Sou uma pessoa de crenças, religiosas à minha maneira e de tudo o que acredito, sei que para viver bem, feliz e em paz devo ouvir a minha consciência, porque só ela me irá dar as respostas que preciso, acima de tudo paz de alma. Manter-me fiel à minha consciência é o que me faz crer que as pessoas são por base todas boas (mesmo que não sejam) e que têm potenciais incalculáveis que me irão espantar sempre, pela positiva. Eu gosto de aprender com os outros e conhecê-los, como se todos os dias fossem uma descoberta. É muito estimulante. Apesar disto, não vivo num mundo cor de rosa em que acho que todas as pessoas são fantásticas, boas, inteligentes e compatíveis comigo. Mas no arranque vão sempre com a vantagem de acreditar que são e que estão nos níveis bons de positividade (nos meus parâmetros). Felizmente, a intuição depois descortina o resto…e eventualmente irei percebe...

Se a vida te oferecer limões...faz limonada!

E eis o dia em que descobrimos aquilo que sempre soubemos! Isto parece um bocadinho um contrassenso, mas não é. Imaginemos um cientista que lá no seu intimo sabe que as células confrontadas com calor ou um qualquer medicamento reagem de determinada maneira. Ele sabe, desconfia, acha… quase quase que tem a certeza que as células naquele cenário vão ter aquela reação, ele sabe, mas tem de comprovar cientificamente para que fique registado  e desse modo validar a sua própria certeza. Se pensarmos bem, é o que acontece em quase tudo na nossa vida. Podemos ter algumas certezas quase certas, mas enquanto paira o “mas” ou uma réstia de dúvida, não vamos conseguir validar a nossa teoria. Então precisamos avançar para a experiência, para os testes, para o lançamento das hipóteses no espaço. E tal como no caso dos vírus, lá vamos nós meter-nos a jeito como voluntários, na eminência de  apanhar a doença ou na esperança de ajudar o próximo, ou de fazermos algo por nós também no...

A verdade da mentira

Quando se vive uma mentira, essa é a nossa verdade? Dito assim parece uma coisa complicada, e talvez até seja… mas a vida é um desafio permanente, um puzzle gigante que temos de ir construindo mesmo quando as peças não encaixam. Se pertencemos a uma história e queremos que tenha um final feliz, como todas as histórias bonitas, essa é a nossa realidade. Aquilo que estamos a viver é o presente, o momento, o instante, o agora... por isso é a nossa verdade do momento. De certeza que a filosofia já se debateu com esta questão e tem um estudo aprofundado sobre o tema ou não!? É provável. Ninguém em pleno uso das suas faculdades, quer viver uma mentira, dizer ou fazer mentiras, julgo eu. A verdade é sempre a opção certa quando na extremidade oposta temos uma mentira. Mesmo que seja uma mentira piedosa ou de simpatia?  Por vezes temos de escolher entre o fazer o bem, o que é certo ou magoar alguém e o problema é que pode ser com uma verdade assim como pode ser com uma mentira....