Seria tão mais simples se fosse assim, acabou para mim e acabou para ti! Ponto final, mudança de linha. Os livros acabam na última página, os filmes quando passa o genérico e a vida quando chega a morte. O amor devia morrer quando morre de um lado, do mesmo modo que as flores murcham sem sol, se não flui mais numa das correntes sanguíneas porque há-de ficar a envenenar a que fica privada do amor? Se não se vai gerar mais nada dali porque não sai com antibiótico como as bactérias que se alojam no corpo? Pode ser um erro ou imperfeição do nosso próprio sistema ou julgar que nunca vamos recuperar o que perdemos. Bem vistas as coisas, pode ser apenas uma estupidez sem nexo, mas dizem-nos que no amor, tudo vale e tudo é válido… mas assim sem reciprocidade e no total e complemento esquecimento de quem se ama, será que vale mesmo tudo? Quantas vezes numa vida se pode ir ao tapete e voltar a cima? É uma morte cerebral do coração? Ou um coração em morte cerebral? Sim, não ...
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