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Positividade

É o que nos está a faltar neste momento - POSITIVIDADE. po·si·ti·vi·da·de ( positivo  +  -idade ) nome feminino 1.  Estado   de   positivo . 2.  [ Física ]    Estado   de   um   corpo   que   manifesta   os   fenómenos   da   eletricidade   positiva . "positividade" , in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa  Os dias não estão fáceis mas tornam-se mais suportáveis se procurarmos reajustar a nossa postura, em relação a tudo isto que estamos a viver. Como diriam as minhas avós " Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe" , por isso temos de ter alguma resiliência e muita paciência para conseguirmos inverter o medo e o negativismo que se foi instalando um pouco por todo o lado. Partilho algumas frases que poderão ajudar a manter o espirito de bem com a vida. Não nos podemos deixar dominar pelos demónios e ódios. Vamos semear o bem para colher o bem, parece uma tolice mas é mesmo a...

Fazer o bem sem olhar a quem

Diz-se que o bater das asas da borboleta aqui provoca um tsunami do outro lado do mundo, segundo a teoria do caos ou o chamado “efeito borboleta”. Pela mesma lógica, se espalharmos o bem e amor por aqui também o irão sentir no outro lado do mundo, não é assim? Se não é, eu gosto de acreditar que é. Não advogo a máxima de “olho por olho, dente por dente” como se fosse preciso ser igual a um escroque para provar que temos razão ou para nos sentirmos iguais ou superiores a ele. A teoria do “Chico Espertismo” é uma questão cultural do português como bem se tem visto com o contornar das restrições covid, tem sido uma modalidade de sucesso nos dias que correm. O que nos sobra em desenrascanço parece não se aplicar ao sentido de comunidade e cidadania. De qualquer modo, não é esse o motivo da minha reflexão. Eu acredito em algumas coisas sem precisar ter provas concretas que elas existem ou se processam de determinada maneira, digamos que é a minha fé. Mas uma vez por outra pareço esquece...

Doar Sangue

Dizem as noticias dos últimos dias que ainda faltam 40 mil unidades de sangue, que o sangue disponível não consegue suprir as necessidades. Em 2018 tornei-me dadora, não só pelo facto de conseguir ajudar pessoas que precisam mas também como forma de agradecimento para o cuidado que o sistema nacional de saúde teve comigo nos últimos tempos. Não podemos só exigir porque pagamos impostos, ainda que isso seja perfeitamente legitimo, pagamos muito, ainda assim temos de fazer a nossa parte. E esta parte não custa dinheiro. Eu sei que o pânico de agulhas e ver sangue é real e que muitas pessoas têm a vontade, mas não conseguem ou não reúnem as condições físicas para se tornarem dadores. Eu não sofro de nenhum destes males, nada do que ali se faz me faz impressão ou confusão. Eu vejo as operações que dão na televisão quer seja a pessoas ou a animais, por isso, na verdade não tenho qualquer motivo para não ser dadora. Ainda ontem tive a espetar uma agulha de soro na minha gata, para o ...

Loyalty and Orgasms

Que combinação tão improvável! Será um manifesto ou um pedido? É um dois em um. Ora vejamos. A lealdade quase que parece uma qualidade em desuso. Temo inclusive, que se tenha perdido totalmente a noção do que é. Nos dias de hoje parece um conceito abstrato, fala-se dele, algures alguém pensa que é bom, outros escrevem sobre o tema mas poucos o sentem materializado, e todos nós sabemos, que tudo o que o Homem não vê é como se não existisse! Se falta o exemplo pratico de lealdade, é como ir à lua: sabemos que existe, até a vemos, mas nunca lá fomos… e diz-se que uns quantos andaram por lá, mas também não temos garantias que aquilo tenha acontecido. No limite achamos que somos leais, mas lá está, como não sabemos o que é ou como é de facto ser-se leal, somos outra coisa qualquer ou uma lealdade de interpretação livre. Uma lealdade personalizada, que dota o proprietário de um conceito que lhe enche o peito, mas vazio de conteúdo. Aplica-se essencialmente a pessoas que se apre...

Defeitos

Quantos defeitos pode ter uma pessoa? Infinitos vezes mil, como dizem as crianças... E ainda assim, parecem-me poucos, pelo menos no que me diz respeito. No quadro da perfeição, não que me queira encaixar lá (já me deixei disso à algum tempo), não existe um caraças de um requisito que consiga cumprir com jeito. Deve ser o meu grau de exigência que é grande, comigo entenda-se, os demais mortais hão-de ter os seus próprios critérios. E quanto a esses parâmetros, estou-me a borrifar. É na análise da vida real, do que se faz e do que não se faz. De confiar na intuição, e muitas vezes ignorá-la. É bem feita, começa ai o primeiro defeito, na extensa lista. Ouvir o que não se ouve, entender o que não se vê. Não tem nada a ver com índices de loucura, daquela que os médicos diagnosticam, nada disso, é saber antes de acontecer. É saber sem conhecer, histórias de vida, segredos que os outros guardam, coisas que vejo sem precisar de olhar. Saber, mas fingir que não sei. Que fazer com ist...