Para os nossos pais vamos ser sempre crianças, para os irmãos, para a senhora de mercearia do bairro, para os nossos avós e até para os colegas da primária. É uma forma carinhosa e protectora de nos mantermos puros. Nunca deixamos de ser crianças, é bem verdade! Mas quando crescemos carregamos sempre o peso da responsabilidade que nos rouba alguma infantilidade. O sério tira a inocência e a espontaneidade infantil que não devemos perder. O infantil aqui é não é agir como uma criança, porque afinal de contas não temos quatro anos e as coisas têm pelo menos de ter algum equilíbrio! O infantil que devemos manter é a descoberta constante que as crianças têm nelas, precisam saber mais e o porquê para registarem e seguirem em frente…e passam os dias neste frenesim da descoberta, à conquista de novos mundos. Provavelmente não teria esta noção tão presente, se o Kiko não tivesse aparecido na minha vida, há precisamente três anos atrás. Quem haveria de imaginar que o dia 15 de Junh...
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