Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta importância

Conversas imaginárias

Outro dia dei por mim a pensar em tudo o que te poderia dizer. Tanta coisa, que foi difícil estruturar o pensamento. Primeiro, saiu tudo ao monte como se tivesse de despejar uma gaveta. Nem eu percebi bem, tudo o que disse ou que teria de dizer. Se nem eu percebo, como irias perceber? Voltei a arrumar tudo, para começar por partes. É terrível, tenho sempre vontade de dizer tudo ao mesmo tempo, sem lógica, sem encadeamento, desenfreada, meia louca. Depois tive dificuldade em arrumar os temas por importância. Parece-me tudo importante, tudo urgente, tudo vital. Pensar assim acelera-me a pulsação, a respiração, altera-me a ordem das palavras. É um mix de adrenalina com ansiedade, água que ferve em ebulição. E fico a pensar. Oriento as ideias em tudo o que tenho para te dizer. São milhares e milhares de boas palavras. Queria que alguém me oferecesse este conjunto de palavras, que me fizesse sentir especial, que depositasse a esperança da humanidade em mim, como eu deposito em ...

Adivinhem quem voltou?

Não podemos culpar os outros pelo nosso destino! Jamais! Quando o livro se soltou da estante, a frase que voltou à minha cabeça foi “Estás a voltar a ser tu!”, não que não fosse antes, mas andava demasiado concentrada em “culpar” o outro que me tornou descrente – em mim, no amor e em tudo mais – que nem dei conta, que afinal, a culpa era só minha! A culpa nunca é do outro, mas sim de nós mesmos! Ninguém mais vai ser “eu” e ninguém vai fazer nada por mim, se não for eu a fazê-lo! Perder coisas nossas sobre o pretexto do outro é/ou pode ser uma desculpa para nos deixarmos ir, estilo do portuguesinho “Então como vai a vida?” – ao que respondemos “vai indo…”. Que merda é esta do “vamos indo?” Ou vamos ou não vamos, ou estamos bem ou não estamos, ou sim ou não, nunca gostei de meias verdades, nem de palmadinhas nas costas! Os talvez e os nins são nãos disfarçados de sim tolerantes… para não ficarmos na pele do lobo mau! Caraças, foi preciso tirar um livro da estante para pe...

Decisões e outras coisas importantes

No meu caderninho crescem, notas, reflexões, mantras… o que lhes quiserem chamar. A um mês do arranque do meu ano, acho que posso fazer um balanço sobre uma série de decisões que são importantes. Valem o que valem, são no fundo reflexões sobre o que foi e o que poderá vir a ser, uma espécie de wishlist, sem validade…mas que se pode atualizar em permanência, no fundo como a nossa vida. Se o caminho não for aquele, há sempre uma rota alternativa… porque na pratica nunca existem caminhos errados, são escolhas que refletem o momento e como tal, são as corretas naquele contexto. Existem sempre outras opções… dependem da nossa vontade e capacidade para mudar. Assim: Não perder tempo com preocupações desnecessárias. Aprender a aceitar que algumas pessoas não são para ficar. Quero que subam ao Himalaias por mim, eu vou estar do outro lado à espera... Não é a minha boa vontade, simpatia ou diplomacia que irá fazer as pessoas mudarem de atitude… cada um é como é. Tolerância, sem...

A importância de um nome

Todos nós temos um nome, o nome dá-nos um significado ou somos nós que damos significado ao nosso nome!? Bem, eu acho que são as duas coisas juntas.  Quando nascemos, os nossos pais escolhem um nome porque gostam, porque é o nome do pai ou da mãe, do avó ou da avó, dum amigo ou alguém que marcou, um personagem de um livro ou filme...é uma escolha pensada, porque essa pessoa com o nome escolhido por eles irá acompanhá-los por toda a vida.  Pessoalmente acho que não devemos dar o nome do nosso pai, avô, avó, bisavó aos nosso filhos (volto a frisar é a minha opinião), porque somos únicos! O António filho do António, neto e bisneto do António é obviamente uma pessoa única pelas suas características, mas teve o azar de ter o peso do nome de família associado ao seu próprio nome e mesmo que isso não interfira directamente com a sua vida, dá-lhe a responsabilidade do legado do nome, não que não se tenhamos sempre essa responsabilidade pelo sangue...mas pelo nome vêem as invitáve...