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Escolhas

Um exercício. Imaginem que têm três escolhas possíveis para um desfecho idêntico, uma meta. Se preferirem (para tornar o exercício mais visual) estão num cruzamento e pela frente têm três caminhos possíveis, a única coisa que sabem é que a distância em todos é igual (o caminho a percorrer até ao fim), mas não sabem como é cada percurso e quais a dificuldades que irão encontrar. Importante frisar que o irão fazer a pé, sem ajudas ou apoios de outros meios de locomoção e farão o caminho sozinhos. Como estamos no início do processo, todas as possibilidades estão em aberto e em pé de igualdade. São reais, são palpáveis e todas se podem concretizar em qualquer um dos caminhos. Nesta fase o primeiro desafio é deixar de lado qualquer juízo de valor, preconceito, ideia pré-concebida e tentar voltar à estaca zero – tábua rasa – para ficarmos o mais limpos possíveis que conseguirmos. Assim analisamos as possibilidades, como elas parecem ser, cada uma delas. No ponto de partida recebe...

Simplicidade

No fundo, o que esperamos da vida são um conjunto de coisas simples. Simples ao ponto de não nos causar mossa, de não nos deixar desconfortáveis, de não nos fazer sofrer ou chorar, de não nos deixar torturados por motivos vãos…viver com a simplicidade de respirar, só isso. Na impossibilidade de conseguirmos contornar as adversidades, porque quer queiramos quer não acontecem, podemos escolher vivê-las com peso, com dor, com sofrimento ou deixá-las fazerem o que têm a fazer, tentar não deixar que nos consumam ou que nos deixem imobilizados para viver a vida. Temos escolha, temos sempre escolha. Não viver não é opção… por isso, mesmo que os dias sejam cinzentos, duros ou dolorosos são passageiros. Mesmo que os períodos complicados sejam longos, serão sempre mais longos e penosos de acordo com a forma como os vivemos. Quando nos deixamos absorver pelo mau e pelo negativismo, minamo-nos. Passamos a viver com o domínio total do medo, do presente e sobretudo do futuro. Temos medo ...

Responsabilização

O que se passa com o mundo? Quem disse que é mau ter responsabilidades? É tão natural como todo o resto. Somos responsáveis pelo nosso destino desde o dia que nascemos. Por muito amor, dedicação e todo o mais que os nossos pais nos tenham, eles não vão viver por nós, nem serão os principais implicados pelas escolhas que fizermos, por isso, há que saber aceitá-las.  - Somos responsáveis por tudo o que atraímos e pelas situações que escolhemos viver e também temos a capacidade de mudar tudo, se assim entendermos. Cada um tem o seu tempo e o seu modo de fazê-lo. Mas como gostamos tanto de nos usarmos como modelo, achamos que os outros que não se comportam como nós ou que não fazem as escolhas do mesmo modo que nós, estão completamente errados. E não estão. Há que saber aceitar a diferença e respeitá-la.  - Lidamos mal com o fracasso. Não sabemos reconhecer que ao falharmos também estamos a aprender e que nem tudo o que fazemos é para ter sucesso. Isso não nos torna...

Vão-se lixar!

Estou farta desta treta… Os solteiros que paguem a crise? Vão-se lixar! Não tenho nada contra as crianças ou o conceito de família ou ter apenas 1 ou 10 filhos, ou nenhum, nada mesmo! Cada escolhe a família que quiser ter e faz da sua vida o que bem entender. Com filhos próprios, adotados, barrigas de aluguer o que for! Filhos são filhos. E cada um faz as opções de vida que bem entender. Agora, não aceito que o estado me discrimine/ penalize porque sou solteira. Ora bolas, não sou contribuinte? Não pago já impostos que cheguem??? Agora não ter filhos, não te baixamos o IMI porque não precisas, não tens filhos!!!  Não pagas menos IRS porque podes pagar tudo o que o Estado achar que deves.  Não te baixamos os impostos porque tu vives à grande! Não tens despesas, ganhas o suficiente para ti e para pagar todos os impostos e mais alguns que te pusermos em cima! Toca a alombar!!! E se eu não quiser filhos? E se eu não puder tê-los? Tenho de me justificar? E se n...