Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta intuição

Humanidade

Será que ciência nos tornou preguiçosos?  Hoje tudo o que é válido e correto tem de passar pelo crivo científico para ser considerado "verdade" e antes da ciência como era? As pessoas encontravam validação onde e como? Perdeu-se a capacidade de saber ver, ouvir e ler tudo o que nos rodeia e o nosso próprio corpo. Antes de existirem computadores, máquinas, matemática, física ou química com o nível de desenvolvimento que temos hoje como se fazia para validar? Os curandeiros sabiam de plantas e entendiam os sinais do corpo. As pessoas regiam-se pelo ciclo da natureza, o nascer e o pôr-do-sol, as estações, a subida e descida das marés, os ciclos reprodutivos dos animais e das plantas. Olhavam para o céu para se orientar, sabiam interpretar o vento e respeitavam a cadência natural das coisas, sem manipular ou apressar. Sabiam respeitar a ordem natural das coisas e os seus tempos. Estavam mais despertos para os ruídos e cheiros desconhecidos, sabiam definir distâncias pel...

Conversas sobre sexo

O peso da censura anda sempre em cima da cabeça de uma mulher! Se a mulher é sexy é demasiado oferecida, se é sensual é uma puta, se é uma santa é sonsa… e assim de nenúfar em nenúfar se afunda a ninfa no pântano da pouca vergonha!  Quem inventa estes rótulos/mitos? A igreja? As mulheres? Os homens? Os vizinhos? Os livros??? Quem??? Nossa senhora nos valha… se não se faz é porque não se faz, se faz pouco tem falta desenvoltura, se faz muito é vaca… ó céus! O sexo para as mulheres é tão necessário como para os homens, com algumas diferenças substancias já que nós precisamos de mais do que um piscar de olhos e um rabo, para o sexo.  A realidade é que qualquer mulher pode ser sexy, sensual, depravada, ordinária sem nunca deixar de ser decente. Claro que irão sempre existir diferenças entre homens e mulheres. Essencialmente porque os homens querem isso tudo numa mulher, mas não conseguem transpor isso para a mãe, mulher ou filha… essas não são como as outras. Ora fran...