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Requintes de malvadez

Conquistamo-nos palmo a palmo. Como se a pele fosse o infinito. Milímetros quadros de aroma e temperatura. São as fusões que me encantam. A combustão da minha alma. O corpo que consome e quer consumir O desejar-te todas as vezes como na primeira vez. O não saber esperar. O querer mais. Os limites sem limites. É o querer na luxúria. Sem vergonha e sem pudor. São as interjeições sem limites É o muito que é tudo. O pecar com vontade. O pecar com maldade.

Adivinhem quem voltou?

Não podemos culpar os outros pelo nosso destino! Jamais! Quando o livro se soltou da estante, a frase que voltou à minha cabeça foi “Estás a voltar a ser tu!”, não que não fosse antes, mas andava demasiado concentrada em “culpar” o outro que me tornou descrente – em mim, no amor e em tudo mais – que nem dei conta, que afinal, a culpa era só minha! A culpa nunca é do outro, mas sim de nós mesmos! Ninguém mais vai ser “eu” e ninguém vai fazer nada por mim, se não for eu a fazê-lo! Perder coisas nossas sobre o pretexto do outro é/ou pode ser uma desculpa para nos deixarmos ir, estilo do portuguesinho “Então como vai a vida?” – ao que respondemos “vai indo…”. Que merda é esta do “vamos indo?” Ou vamos ou não vamos, ou estamos bem ou não estamos, ou sim ou não, nunca gostei de meias verdades, nem de palmadinhas nas costas! Os talvez e os nins são nãos disfarçados de sim tolerantes… para não ficarmos na pele do lobo mau! Caraças, foi preciso tirar um livro da estante para pe...