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Jim Morrison

Estava aqui a pensar na forma de abordar, novamente este tema, é um tema recorrente… Quem lê o blog e quem me conhece, sabe que, pelo menos em duas datas especificas volto a falar sobre os Doors ou sobre o Jim Morrison. Os argumentos não se esgotam, nem nunca se esgotarão! O Jim Morrison é um personagem universal, um ídolo por estatuto próprio. Teria sido sempre um personagem marcante, na história dos EUA ou do mundo, disso não tenho dúvidas. Mas é pela música e pela poesia que o conhecemos melhor. A música e o seu poder universal, transpõe barreiras geográficas, físicas ou metafisicas, a verdadeira linguagem una do mundo. O Jim Morrison para além de ser um homem lindo e sexy, era um homem extremamente inteligente, uma característica que se manifestou muito cedo na vida, um leitor voraz e um homem muito culto. Estas características são por si só, pelo menos para mim, fascinantes: bonito, inteligente e sexy. Provavelmente um homem fabuloso para se conversar e aprender. Um...

8 Dezembro

Cancel my subscription to the Resurrection, Send my credentials to the House of Detention I got some friends inside © Jim Morrison

O auge: Dezembro de 2003

Escrever sobre os Doors em qualquer abordagem é sempre escrever um pouco mais sobre mim, são histórias que se cruzam. Em 2003 o concerto de Lisboa foi a materialização de uma realidade que achei impossível de acontecer. Não era descrença, para mim seria pouco provável que os Doors se predispusessem a um regresso aos palcos, a história da banda dizia-me isso. Mas felizmente enganei-me. Obviamente que neste caso o Jim Morrison é insubstituível assim como o John Densmore, mas ainda assim o Ray o Robby encontraram no Ian Astbury dos Cult um representante magistral da música dos Doors, também ele tem Doors na alma, notou-se bem. Não eram os Doors mas eram. Foi o que me bastou. Poder ouvir ao vivo a música dos Doors, tocada pelos próprios foi a concretização de um sonho. De todas as coisas que me aconteceram na vida, foi sem dúvida das mais importantes e marcante, fez-me feliz!  E lá fui eu no dia 6 de Dezembro concretizar um sonho, arrastando a minha irmã comigo com o a...

He would be somebody I would be proud to know...

Como bem me relembrou um amigo a música do Carlos Tê: “não se ama alguém que não ouve a mesma canção”, vou começar por ai este texto, em mais um aniversário do nascimento do Jim Morrison. Uma data que nunca me passa ao lado. Entendo que é difícil estar com alguém que não acompanha este meu lado B: os concertos, os festivais, os espetáculos, as viagens… isso tudo que enriquece a vida todos os dias. Como por exemplo, ir ao Porto só para falar com um expert dos Doors, que por acaso está no Porto, mas se estivesse em Budapeste seria igual. É isso tudo… Não são os gostos musicais, aceito os gostos mais variados e as tendências musicais de cada um, mas sou muito possessiva tratando-se dos Doors. Pouco me importa se gosta ou não, não pode é falar mal, isso é ponto assente! Os Doors são uma coisa minha, não critico quem não gosta nem quem gosta. Quando falo com quem gosta, preciso perceber o grau de envolvimento, só para conseguir acompanhar. Como para mim é muito, não posso simplesme...