Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta sucesso

Estamos a votos!

O livro “Devemos voltar onde já fomos felizes” da minha autoria, está a votos para o trofeu do ano 2018, na editora Cordel D’ Prata. O livro é uma seleção de textos que vivem no blog: omeuserendipity@blogspot.pt onde se escreve sobre: o amor, relacionamentos, a vida, família, amizade… O convite que se faz aos leitores do livro, é que se encontrem em cada história e que as tornem suas. São os afetos que nos ligam e criam elos inquebráveis. Votem no livro “Devemos voltar onde já fomos felizes” para irmos mais longe. Obrigado. Link para votação: www.cordeldeprata.pt/votacoes

Roma e Pavia não se fizeram num dia!

Diz o ditado! Quando uma pessoa se predispõe a fazer dieta, sabe de antemão, que a coisa vai doer! Custa só de imaginar que vamos passar fome. Claro que o passar fome é relativo, porque não passamos fome ao ponto de se tornar intolerável. Passamos a racionar a comida e o corpo habituado a comer tudo e mais alguma coisa, fica baralhado com a ausência dos pequenos, médios e gigantes devaneios de degustação. Aprendemos truques sobre os alimentos, o que não misturar, o que não comer de todo, os horários, as porções e assim ficamos a saber como corrigir um devaneio gigantesco, como o natal, por exemplo. Entretanto o corpo vai-se moldando ao novo regime. Costumo dizer que engordo só de pensar! A sério, é dramático… só de sonhar com as bolas de Berlim da praia acordo com mais um quilo. Mas já o disse várias vezes e reafirmo, uma das qualidades mais fantásticas no ser humano é a capacidade de adaptação, por isso… pode demorar dias, semanas ou meses mas o corpo, a nossa vonta...

Aquilo que não nos une...

As questões de identidade nacional andam pelas ruas da amargura, nos dias que correm. Com quase meio milhão de pessoas a abandonarem Portugal por ano, não é fácil fomentar a união, num país ao abandono. É assim que se sentem as coisas…  onde o capital está acima das vidas humanas que alimentam o país e são cada vez menos e a tendência é para serem cada vez menos e menos. Estaremos à beira da extinção? (é tema para outro texto) Então surge o futebol com o estandarte da união nacional, do patriotismo, a mão no peito e as lágrimas a correrem quando toca o hino. Para os que partem, as lembranças do que deixaram para trás e para os que ficam a emoção do sangue que corre nas veias, com uma estoica força que os mantem nesta terra por tempo indeterminado. No campo jogam onze e por todo o mundo torcem milhões. Quando entram em campo não são o Ronaldo, o Beto, o Miguel Veloso, o Hugo Almeida… são Portugal. Sou eu, o Carlos, a Rita, o Pedro, a Ana… somos todos nós. Não é o melhor...