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Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta amigos

Quem escreve o quê

O meu nome é Sofia Cortez. Sou a Sofia e uma série de apelidos que optei por reajustar e ficar apenas com o mais pequeno. Não julguem que foi a primeira opção, ainda testei usar dois apelidos, mas acabamos por não nos conseguirmos equilibrar. Eu sou uma pessoa de número 2, assim o meu nome e este apelido têm os dois o mesmo número de letras, e conjugam-se na perfeição. Escolhi o apelido da minha avó paterna, uma feliz coincidência na construção das relações importantes que mantenho, com as mulheres da minha família. O Meu Serendipity é o espaço onde partilho textos, reflexões, pensamentos…e tudo o que me vier à cabeça. O blog: https://omeuserendipity.blogspot.pt/ como uma série de coisas que me têm acontecido na vida, surgiu de um acaso. Escrevia notas pelo facebook, mas que ficavam um bocadinho dispersas. Assim por incentivo de dois amigos: o Vasco Noronha e a Marta Canário que me sugeriram criar um blog, aconteceu o Serendipity. Serendipity é uma palavra linda, em tu...

Estou aqui para ti

Na correria do dia a dia, esquecemos pequenos gestos. Estou aqui para ti, é um deles. O estar só por estar. Em silêncio mas ali no momento, no presente. Existimos fisicamente para nos ligarmos uns aos outros. Que importam os 500 amigos no facebook se nenhum vai estar ali… no aqui e agora? Eu estou aqui para ti.  As coisas servem para o que servem e toda a tecnologia tem por trás o bom objetivo de procurar tornar-nos próximos. Somos nós que subvertemos a sua finalidade… adaptamos ao que achamos certo, mesmo que o certo seja destruir a base. Há pessoas que sabem que estamos aqui, para eles. Para dar o corpo às balas, para o bem e para o mau, os amigos inabaláveis que não desistem de nós mesmo quando não respondemos ou nos ausentamos ou até mesmo quando somos incorretos. Estão sempre lá em pequenos pormenores… a respeitarem o nosso espaço. Mas sempre preparados para o regresso ao nosso sinal. Uma amizade bem alimentada é das melhores coisas que temos. Não exclui o amor, n...

Coisas boas que surpreendem!

E que bem que isto resultou! Eu sou fã do Meco, confesso. Adorava ir para ali, o caminho mauzinho, deixar o carro perdido no meio do descampado sem luz, encher os pés de areia e andar a carregar na chave do carro na volta, para ver onde acendiam as luzes! Era uma aventura. Os pinheiros, o cheiro do mar, a humidade e algum frio faziam parte. Obviamente que esperar pelo Eddie Vedder para um concerto memorável, também me ajudou a criar esta ideia romanceada do Meco (que já tinha antes dele). Fui feliz ali, porque ouvi música que gosto, sempre em boa companhia. Mas tenho de reconhecer que a mudança para o Parque das Nações, fez com que o ambiente se tenha tornado mais fácil de gerir: mais fácil chegar, estacionar, andar… mais económico, menos stress com idas e vindas, policia, distancias e afins. Não que alguma vez me tivesse queixado disso… era engraçado ter de percorrer aquele caminho mauzinho para o Meco, mas reconheço que em termos logísticos para todos, era muito mais dif...

Até para ser festivaleiro, é preciso saber estar...

Não consigo perceber porque compram as pessoas bilhetes para um festival/ concerto e se posicionam de costas para o palco? Pior! estão todos os concertos a falar com os amigos aos gritos??? Neste caso já teria um bom uso para o selfiestick, seria para lhes dar com ele na cabeça!!!! Vamos lá pensar sobre o tema… Se compro bilhete é porque quero ver. Vou investir dinheiro (pelo menos o meu não cai do céu nem se reproduz com facilidade) Junto um grupo porreiro de amigos e vamos todos para o evento com a mesma motivação. Se vou ficar de costas para o palco um concerto inteiro, então é melhor ir procurar outro palco dentro do festival que me interesse. Ou vou comer ou fazer um xixizinho…mas não fico a azucrinar a cabeça das restantes pessoas à volta com conversas da treta. Também me irrita solenemente as pessoas que estão sempre a mudar de sitio. E deslocam-se entre a multidão como se não fossem pessoas que estivessem a empurrar mas uma porta, um calhau ou assim… Qual é a gr...

Confidencias

  A noite é propicia para confidencias, sempre foi e sempre será. Numa dessas noites, já longas e meio da semana acabamos três amigos num bar em Lisboa… já tínhamos esticado a corda e como estávamos a passar ao lado do bar, não fizemos mais nada, parámos o carro e entrámos. Iriamos trabalhar com cara de insónia na mesma, por isso mais valia aproveitar. Quando o despertador tocasse logo se veria… Nessa noite, as conversas invariavelmente levaram-nos para a forma como agimos nos relacionamentos: o que queremos, o que fazemos… no fundo como nos comportamos. E assim, entre um copo e outro lá fomos partilhando as nossas inquietações e é sempre interessante perceber o que se passa na cabeça dos homens. Neste contexto em minoria mas sem tabus na partilha. Ouvi atentamente, como sempre faço quando o tema me interessa e a pessoa é interessante e lá me predispus a compartilhar a minha visão das coisas e a forma como me comporto. Nunca o tinha feito assim, muito menos com um home...

Nunca deixamos de ser crianças

Para os nossos pais vamos ser sempre crianças, para os irmãos, para a senhora de mercearia do bairro, para os nossos avós e até para os colegas da primária. É uma forma carinhosa e protectora de nos mantermos puros. Nunca deixamos de ser crianças, é bem verdade! Mas quando crescemos carregamos sempre o peso da responsabilidade que nos rouba alguma infantilidade. O sério tira a inocência e a espontaneidade infantil que não devemos perder. O infantil aqui é não é agir como uma criança, porque afinal de contas não temos quatro anos e as coisas têm pelo menos de ter algum equilíbrio! O infantil que devemos manter é a descoberta constante que as crianças têm nelas, precisam saber mais e o porquê para registarem e seguirem em frente…e passam os dias neste frenesim da descoberta, à conquista de novos mundos. Provavelmente não teria esta noção tão presente, se o Kiko não tivesse aparecido na minha vida, há precisamente três anos atrás. Quem haveria de imaginar que o dia 15 de Junh...

Obrigado!

Agora que finaliza o ano e a mim não me irá deixar saudades… é importante reflectir que nem tudo foi mau J …como é óbvio. O mau foi mau, e sobre isso já escrevi noutro texto, não irei repetir, está feito. Aprendo o que tiver de aprender e pronto. Não me posso esquecer, que apesar de todas as contrariedades 2013 também teve coisas boas e essas devem ser celebradas com um agradecimento.  Por isso aqui vão os meus agradecimentos para finalizar 2013 em beleza… - Aos meus pais que são aquelas pessoas incondicionais, sempre presentes, enfrentam tudo e são o maior apoio que posso ter. São o meu pilar e são acima de tudo aquelas pessoas que materializam o verdadeiro sentido da palavra: família. Nunca lhes agradecerei o suficiente. - Obrigado por meterem concedido mais um ano na companhia das minhas avós. São umas resistentes, este ano foi muito difícil para elas e para toda a família. Mas são feitas de uma fibra especial, que as mantém firmes. - À Rita, a minha irmã…por tu...

Dia Mundial do Animal

Hoje é o dia Mundial do Animal :) Portanto hoje, tinha mesmo de homenagear os amigos de 4 patas que partilharam e partilham a vida comigo. Por ordem de entrada em cena: Juju (a cadelinha preta), o Bóris (o gato siamês), a Berta (a gata siamesa misturada com persa), o Paco (o cão rafeiro com mistura de perdigueiro), a Joaninha (gata raça europeia) e a Bianca (gata mistura de todo o tipo de gatos que viveram no quintal da minha tia). A Juju, o Bóris, a Berta e o Paco já estão no canil e gatil eterno (como diz o meu pai). A Juju marcou a infância e foi a primeira a viver lá em casa. O Bóris foi presente de aniversário, um gato que passeávamos pela rua com trela como se fosse um cão, chegou na altura em que o meu avô ficou doente, a vida ficou mais fácil e mais alegre com aquela fofura de gato. Mas um dia atirou-se da varanda do quarto andar e não se pode fazer nada por ele. No meio da tristeza, a minha mãe trouxe a Berta para casa: pequenina, branquinha e muito fofinha. Viveu 1...