Avançar para o conteúdo principal

Para o Dia dos Namorados!

Viva o amor!
Pessoalmente vejo o dia de S. Valentim mais como uma data para o consumo, uma data festiva que incorporámos de fora. Porém, o amor é assunto sério… seja como namorados, casados, amigos, irmãos… por ai fora. Todos os dias são dias em que se deve celebrar o amor. Por isso, se é para ser hoje, que seja!

Num dos meus caderninhos encontrei vários textos, que escrevi quando estava em adoração completa e absoluta…embriagada de amor! E tenho muitas saudades desse estado…

Partilho este:

"Sabes que és especial?
As pessoas especiais têm poderes que outras não têm... mas desejam ter! Sabes que isso torna-te diferente e faz de ti único?! Não quero com isso dizer que não tens defeitos... todos temos a perfeição é uma ilusão e tu és real."


Quando reli isto, até pensei: Ups…estava mesmo de todo! Se alguém me tivesse escrito isto, nunca mais o deixaria ir embora (sou uma romântica). Fiquei mesmo surpresa com a sequência de textos que fui encontrando, primeiro porque já não me recordava do que tinha escrito e depois pela profundida do meu estado. No meio disto tudo, estavam também textos de postais, cartas, bilhetes... o meu estado na época foi hiper produtivo em criatividade. Ainda bem que registo tudo, já não me recordava de metade das coisas... podem servir de inspiração para o que ai vem.

Pronto, até choraminguei...


É tudo uma questão de proporção, quando se ama é para ser com tudo… foi o que aprendi. Por isso, já agora aproveitem o dia de hoje para espalharem amor ou fazerem uma declaração bonita à pessoa que amam, não tomem nada por garantido, também o amor tem de ser alimentado para se manter ativo.

Para ser, que seja em grande. Tenho dito.

Pablo Neruda in "Cartas de Amor"

Nota: Rapazes, se algum dia quiserem mandar um poema, escolham o Pablo Neruda, nunca falha. Um homem que ama como ele, é sempre uma escolha certa. Se é para amar, que seja com tudo... como ele escreve no livro "Cartas de Amor", que recomendo.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Não devemos voltar a onde já fomos felizes

Hoje acordei com esta expressão na minha cabeça: “não devemos voltar a onde já fomos felizes”. Sempre que penso nisto, e cada vez mais me convenço, que está completamente errada. Na prática, acho que a expressão tem a ver com pessoas e não com lugares. Não voltarmos a onde já fomos felizes, ou seja, não voltar para determinada pessoa. O local acaba por vir por acréscimo, já que as memórias não ficam dissociadas de situações, locais ou pessoas. Mas é sempre por aquela pessoa específica, que não devemos voltar atrás e não pelos  momentos felizes que se viveram naquela praia ou no sopé daquela montanha. É o requentado que não funciona… ou não costuma funcionar. Acredito que para algumas pessoas dê resultado, mas de uma forma geral, estar sempre a tentar recompor uma situação que não tem concerto, não tem mesmo solução! Mesmo quando existe muito boa vontade e uma boa dose de amor. Voltando aos locais, que é isso que me importa. A história reescreve-se as vezes que forem...

Quando a cabeça não tem juízo, o corpo é que paga!

Não sei como funciona com o resto das pessoas, mas eu quando abuso o meu corpo arranja maneira de me dizer: basta! E foi isso que aconteceu… uma mega gripe, para ver se recupero o sono todo que não tenho dormido e uma bela crise de fígado para reajustar hábitos! Quando não se aprende a bem, aprende-se a mal. Achei que era importante falar sobre isto, porque quando se partilham experiências, normalmente descobre-se que não é um problema exclusivo ou uma coisa só nossa. Comigo funciona assim, eu sou do tipo de pessoa que acumula tudo muitas vezes sem exteriorizar… é defeito e feitio. E como 2013 tem sido um ano rico em situações complicadas, eu deixo para depois sentir na pele os efeitos diretos, porque no imediato tenho de agir para resolver, fica para mais tarde chorar ou rir se tiver de ser. Depois dá-se o colapso… Desta vez até foi ligeiro, mas não deixa de ser um aviso. No ano em que terminei o mestrado ai sim, os avisos foram marcantes. Quando a ansiedade se descontrola, tudo ...

Para a minha avó Rosa

Nesta foto estamos nós as duas.    A avó que sem saber já se estava a perder n a memória d o tempo e eu, que olho para ti e vejo a mesma de sempre, mesmo sabendo que já não eras.    As fotografias têm destas coisas, imortalizam os momentos. Este passado que se torna presente, todas as vezes que volto a recordar estas fotos. Nunca serão futuro apesar de registarem detalhes que farão parte do meu presente e futuro , sempre.    Devo confessar que revisitar as fotos da minha avó não me deixa triste nem evito fazê-lo. Sinto saudades dela, sim muitas, tenho inveja das netas por quem passo na rua de braço dado com as avós, tenho ! Queria poder fazer o mesmo, mesmo sabendo que o que vivemos foi bom. Foi nosso e apesar de não se repetir, já não se perde , e esse é um tesouro que valorizo.    Recordo as minhas avós todos os dias, a maior para das vezes de forma inconsciente e involuntária. Uma situação simples e corriqueira, leva-me a elas. Relembra-me m...